
Recentemente assisti no cinema a dois filmes que estavam concorrendo ao Oscar. 127 horas e Cisne Negro. Dois filmes tensos. Um narra a história real de um aventureiro que ficou isolado, com o braço preso em uma rocha, passou fome e sede e por fim teve que cortar o próprio braço para sobreviver. O outro mostra o drama psicológico de uma bailarina paranóica e esquizofrênica com medo que lhe roubem o papel no espetáculo.
Mas deixando os méritos e críticas aos filmes, aconteceu que nas minhas duas idas ao cinema algumas pessoas da platéia riam durante a narrativa. E em ambos os tensos enredos, os protagonistas, cada um em seu filme, recorrem à masturbação como um recurso de alívio do desespero. E as pessoas riem no cinema. Riem porque as personagens se masturbam. Solitárias. Cada uma em seu filme. Mas se masturbam. Ou pelo menos pensam em se masturbar.
E a platéia ri.
Que publicozinho de merda. Gente ignorante. Essa gente acha engraçada a masturbação? Em American Pie tudo bem. É engraçado o personagem ir lá e comer a torta. Mas e em Jhony vai a Guerra? É engraçado?
Falta formação ao público de cinema.
Falta respeito à sexualidade.
Mas deixando os méritos e críticas aos filmes, aconteceu que nas minhas duas idas ao cinema algumas pessoas da platéia riam durante a narrativa. E em ambos os tensos enredos, os protagonistas, cada um em seu filme, recorrem à masturbação como um recurso de alívio do desespero. E as pessoas riem no cinema. Riem porque as personagens se masturbam. Solitárias. Cada uma em seu filme. Mas se masturbam. Ou pelo menos pensam em se masturbar.
E a platéia ri.
Que publicozinho de merda. Gente ignorante. Essa gente acha engraçada a masturbação? Em American Pie tudo bem. É engraçado o personagem ir lá e comer a torta. Mas e em Jhony vai a Guerra? É engraçado?
Falta formação ao público de cinema.
Falta respeito à sexualidade.